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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Hotmail já era: conheça em detalhes o novo Outlook.


O Hotmail está de cara nova na internet e com uma interface baseada no Windows 8.



Se você imaginou que a temporada de grandes anúncios da Microsoft já havia terminado, prepare-se para uma nova surpresa. Sem muito alarde, a empresa fundada por Bill Gatesmodificou completamente a interface do seu cliente de email, o Hotmail.


A novidade já pode ser conferida online e para isso basta acessar o endereço Outlook.com e entrar com seu login e senha do Hotmail ou Windows Live. 
A partir de agora, o nome Hotmail passa a figurar em segundo plano e oficialmente o serviço de emails da empresa é o Outlook.com. Quem já possui em endereço de email com a extensão @hotmail pode modificar a URL para @outlook. As mensagens enviadas para o endereço antigo serão automaticamente redirecionadas.
(Fonte da imagem: Reprodução/Outlook)
Além da interface completamente diferenciada, que segue a mesma identidade visual do Windows 8 com a interface Metro e dos demais aplicativos da empresa, como o Office 2013, o novo cliente de email agora está integrado ao Skype, ao Facebook e até mesmo ao Twitter, além de ser compatível com o SkyDrive.

Um visual completamente renovado

A mudança é radical: não espere encontrar absolutamente nada do que existia antes no Hotmail. Quando você começa a usar o novo Outlook, a primeira coisa que chama a atenção é a interface Metro, já conhecida daqueles que utilizam o Windows 8, mas basta navegar um pouco por ele para perceber as novas funcionalidades.
(Fonte da imagem: Reprodução/Outlook)
A interface simplificada também apresenta outro ponto positivo: o Outlook parece mais rápido em seu carregamento de páginas, e o visual segue a mesma identidade visual do recém-lançado Office 2013. Por padrão, a nova visualização de entrada é uma tela com três colunas, em que a esquerda lista as pastas, a do centro exibe as mensagens e a da direita pode ser customizada.
Na lateral direita da tela principal, as opções que podem ser configuradas são as seguintes:
  • Lembretes: você pode sincronizar o seu calendário em todos os dispositivos, como tablets e smartphones, e visualizar as novidades na barra lateral sempre que acessar a sua conta de email;
  • Redes sociais: seus contatos do Twitter e do Facebook podem ser acessados rapidamente a partir da caixa de entrada do email. No caso do Facebook, é possível conversar via chat com os seus amigos;
  • Outras contas: se você possui outras contas de email, chegou a hora de centralizar tudo em um só lugar. Importando contatos, você recebe as atualizações de outros endereços em um só serviço;
  • Atualizações das redes sociais: tudo o que rola de mais importante no Facebook e no Twitter pode ser conferido na caixa de entrada do Outlook, sem que você precise sair da página;
  • Gerencie contatos: permite que você crie grupos a partir de endereços de email, tornando a sua caixa de entrada completamente personalizada.
Além dos novos recursos, você pode ainda escolher qual será a cor da barra superior da interface, que por padrão é azul. Basta clicar no símbolo de “Configurações”, no canto superior direito, e escolher um entre 12 tons: rosa, vermelho-escuro, laranja-escuro, laranja, verde-claro, verde, azul-petróleo claro, azul-petróleo, azul-claro, azul, roxo-escuro e roxo.
(Fonte da imagem: Reprodução/Outlook)

Mensagens agrupadas

Se você usa o Gmail, certamente já deve estar acostumado à opção que mostra diversas mensagens recebidas de um mesmo contato agrupadas sob um mesmo item. Até então, o Hotmail ignorava por completo essa possibilidade, mas agora ela também pode ser habilitada. Por padrão, a lista unitária de emails permanece ativa, mas você escolhe se deseja mudar o estilo ou não.

Mais facilidades

Se você recebeu um link para um vídeo do YouTube em seu email, você poderá assistir ao vídeo sem precisar sair da página, bastando para isso clicar sobre ele e dar play no conteúdo. Documentos do Office, como arquivos do Word, do Excel e do Power Point, também podem ser conferidos online e, se você preferir, pode salvar o conteúdo direto no SkyDrive.
(Fonte da imagem: Reprodução/Outlook)
A integração com outros aplicativos também transforma o Outlook em uma verdadeira central social, permitindo que você acesse dezenas de serviços sem precisar sair da caixa de entrada do email. Para breve, a Microsoft promete ainda integração com o Skype, permitindo chat com vídeo diretamente na página em que você confere as suas mensagens.

Gerenciamento de contatos

Que tal criar grupos de amigos a partir dos contatos existentes em suas redes sociais? O novo Outlook permite que você faça isso com muita facilidade. Além dos contatos já existentes no MSN Messenger, você pode ordenar também seus contatos do Twitter, do Facebook e doLinkedIn.
(Fonte da imagem: Reprodução/Outlook)

Integração com tablets e smartphones

Por fim, outro grande recurso que promete ser um dos principais para quem utiliza as plataformas da Microsoft é a sua integração com as versões portáteis, tanto para smartphones quanto para tablets. Com ela, você terá a garantia de que, independente da plataforma que você esteja utilizando, poderá acessar os dados de email em uma interface similar, sem nenhum tipo de complicação.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Dicas - Mude facilmente o nome de seu endereço de e-mail do Hotmail


Nos primórdios da internet, muita gente de repente se viu obrigada a adotar endereços de e-mail com nomes estranhos como joaosantos1977, carlosskatista49, carlinhaescoteira31 ou até coisa pior. Isso ocorria basicamente porque  o provedor de serviço de e-mails informava que o nome que você escolheu já estava em uso ou porque provavelmente quando você criou sua conta de Hotmail há algum tempo atrás, você achava bacana utilizar diminutivos e apelidos pessoais para compartilhar seu e-mail com a galera. No entanto, muitos desses nomes perdeream sentido com o passar do tempo.


Bom, como diria aquela propaganda popularesca: “seus problemas acabaram”. O Hotmail permite a criação de uma “máscara” para ocultar o nome do seu e-mail antigo que hoje em dia já não faz mais nenhum sentido. Também chamado de “alias”, ele é exibido para os destinatários sem que o endereço original seja alterado, ou seja se você tem o e-mail bombadinho84@hotmail.com, pode criar o endereço alternativo marcoantoniooslaf@hotmail.com e continuar usando o mesmo Messenger, lista de contatos como se seu nome apenas tivesse sido trocado.


Desta forma você pode criar um endereço, por exemplo, para colocar em seus currículos, e não passar a vergonha de ter que confirmar na entrevista de emprego que seu email é palomasupergata18@hotmail.com. Confira como resolver esta questão.




1 - Entre em sua conta do Hotmail com seu Windows Live ID e clique na roda dentada ao lado da sua Caixa de Entrada, em seguida escolha Criar um endereço de e-mail adicional para o Hotmail.

2 - Na tela seguinte, basta você escolher seu novo endereço e clicar em criar um “alias”. Lembre-se que esse endereço não exclui o seu e-mail original; funciona apenas como uma “máscara” para seu verdadeiro endereço e os contatos que você adicionar no Messenger serão compartilhados e estarão presentes nas duas contas.

3 - Pronto! Agora para finalizar, decida se os e-mails que você receber no novo endereço serão armazenados na mesma Caixa de Entrada ou se terão uma pasta separada exclusiva para ele.





terça-feira, 13 de dezembro de 2011

DICAS DE INFORMATICA - Redes Sociais: é possível gerenciar todas?

A cada dia surge uma nova rede social para que as pessoas possam interagir pela internet. Mas estamos dando conta de nossa vida digital com tantas opções assim?


Você já acessou sua rede social hoje? Qual delas? Caso você tenha parado para pensar na segunda pergunta, é possível que você já esteja dominado pelo poder da web 2.0. Isso quer dizer que você conta com perfis nas principais redes de relacionamento que circulam por aí, como o Twitter, Orkut, Facebook e outros.
Aproveite e festa e depois poste nos sites
Mas será que conseguimos gerenciar nossas contas de forma satisfatórias? Quando era apenas o Orkut, tudo bem, pois as atualizações eram constantes e as pessoas estavam sempre lá para receber mensagens e comentar suas fotos. Mas e agora? Como você faz para atualizar todas as páginas que utiliza?

A vida com redes sociais
Agora pense na cena (e se identifique): você foi convidado para uma formatura. E lá vai você com seu celular e máquina fotográfica se divertir. Já tuitou na entrada dos formandos pelo celular e, no dia seguinte, é hora de atualizar as páginas.
O início da febreVocê irá colocar as imagens no Facebook (e no Orkut) dos melhores momentos, fazer um post no blog sobre “10 festas para lembrar” e ainda tuitar que não cansa de ouvir a música YMCA que rolou (ah, que você também está ouvindo pela Last.FM). Resultado? Perde o dia todo na frente do computador apenas acessando cada uma das páginas.
Percebeu o problema? E olha que citamos apenas cinco sites nesta pequena historinha. Isso quer dizer que você passou boa parte do seu dia na internet, uma vez que seu tempo livre acabou gasto com as redes sociais (ao invés de ir com a turma toda no barzinho, para comentar a festa do dia anterior – algo que você fica sabendo horas depois, pelo Twitter).
O que é possível reparar é que o gerenciamento das redes sociais está cada vez mais fazendo parte da nossa vida, uma vez que existe uma quantidade exorbitante de novos sites para gerenciar. Se tomar conta do Orkut já era uma tarefa que demandava tempo, imagine agora com 10 redes diferentes para você acessar todos os dias!

Mudando o foco
Para as redes sociais, o acesso é fundamental
Devido à impossibilidade de atualizar várias redes ao mesmo tempo (ok, você deu conta de todas, mas não sem sacrificar um tempo precioso), a tendência de comportamento de muitos é focar em apenas algumas redes e cometer “suicídio de perfil” em outras. Quem prefere Facebook para imagens, por exemplo, deleta a conta do Orkut, pois não vale a pena manter dois sites para compartilhar fotos.
Sites são criados e somem na velocidade da internet, e muito se especula sobre o porquê algumas redes perpetuam e outras não. O que parece ser um padrão, no Brasil, é que sites contam com ideias boas, nem que executadas de forma simples, estarão entre sites com um bom número de participantes. Mas isso não é regra, e muitos sites legais somem por falta de acesso.
Outra tendência é a migração para outras redes dos que se consideram veteranos em um site específico. Aqueles que estão em grandes sites desde o primórdio já enjoaram daquelas ferramentas e procuram novas opções. Estes irão à caça de novos sites, fazendo que novas redes sociais de qualidade sejam descobertas, e o ciclo seja reiniciado.

Integração
Um fenômeno que se percebe é a quantidade de sites que estão em integração. Quem tem uma conta do Google, por exemplo, agora pode entrar no YouTube com a mesma senha. Isso faz com que muitos sites fiquem ligados, e economiza bastante tempo na hora de acessar um ou outro (além da propaganda mútua do site na outra página, o que aumenta o número de acesso em ambas).
Passa-se mais tempo usando a internetCada vez mais é possível encontrar também programas que contam com botões para compartilhar informações diretamente nos sites de relacionamento. Com isso você é capaz de dividir imagens ou comentários mais rapidamente, deixando as páginas sempre integradas para espalhar seus interesses, um dos objetivos principais da web 2.0.

Gerencie seu tempo
Além disso, programas estão sendo criados para facilitar a vida do usuário que quer manter-se atualizado em todas as páginas, sem abrir mão de nenhuma rede social.
O Yoono, por exemplo, conecta o usuário em várias redes de uma só vez, além de ser usado como mensageiro instantâneo para o MSN, Google Talk e Yahoo! Messenger de uma só vez. Com isso, o tempo pode ser economizado, e não é preciso abrir uma página de cada vez para ver as atualizações dos seus amigos.
Compartilhe seus momentos também ao vivo e em coresOutros programas estão mais focados nos sites do momento no Brasil, ou seja, o Facebook e o Twitter. Dessa forma, você posta ou acessa dois sites de uma só vez, o que facilita bastante na hora de gerenciar a vida virtual.

Conclusão
As redes sociais vieram para ficar, isso é um fato. Nem que algumas delas percam a força, outras surgem com novas ideias e o ciclo reinicia, com todas as polêmicas a que têm direito.
Mas a pergunta permanece: estamos dando conta de gerenciar nossa vida digital? A resposta parece ser sim, uma vez que estas não perdem força. O que acontece é um novo direcionamento desses interesses. As redes sociais estão se especializando, e cada um entra naquilo que mais lhe agrada.
Mas se esta prática está atrapalhando sua vida, é bom ficar de olho e mudar certos comportamentos pessoais, ou realmente diminuir a preocupação excessiva com este tipo de serviço. É legal mostrar as fotos pelo Facebook, mas pode ter certeza, muito mais legal é participar da festa para ter o que mostrar depois.

Leia mais em: www.tecmundo.com.br

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

DICAS DE INFORMÁTICA - Descubra qual é o melhor navegador de 2011!


Descubra qual é o melhor navegador de 2011!


O portal TECMUNDO esta semana, divulgou um teste comparativo entre os maiores web navegadores. Foram testados os web navegadores; Opera 11.60, Google Chrome 15.0.874.121, Mozilla Firefox 8.0.1,
Internet Explorer 9 e Safari 5.1.2. Confira como se saiu o seu navegador preferido.

2011: A batalha dos navegadores


Além de catástrofes naturais, crises econômicas e protestos político-sociais, o ano de 2011 foi marcado por uma disputa acirrada entre os navegadores. Com suas atualizações realizadas em períodos de tempo cada vez menores, o Internet Explorer, o Mozilla Firefox e o Google Chrome são os três principais browsers e brigam por fatias do mercado com unhas e dentes.
De acordo com uma pesquisa feita pela NetMarketShare no final do primeiro semestre deste ano, o IE ainda é o navegador mais usado no mundo, sendo adotado por 53,68% dos internautas. Ele é seguido pelo Firefox, com 21,76%, e Chrome, com 13,11%.
Contudo, em terras tupiniquins esse cenário é bem diferente. Levantamentos feitos com os acessos do Baixaki e Tecmundo mostram que o browser da Google está cada vez mais forte e se aproximando rapidamente do produto da Microsoft.
Se por um lado em nosso site de downloads o Internet Explorer ainda lidera a quantidade de acessos, com 38,65%, em nosso site de artigos tecnológicos o Google Chrome já tomou a ponta com 37,82%. Confira nesta matéria as estatísticas completas desse estudo.
Não podemos deixar de citar outros dois grandes concorrentes: Opera e Safari. Apesar de não terem o mesmo número de adeptos, esses navegadores possuem recursos e ferramentas tão bons quanto os de seus oponentes mais famosos. Em meio a tantas reformulações, atualizações e intrigas, resolvemos analisar esses cinco browsers para ver qual deles teve o melhor desempenho em 2011.

Os competidores

Como os testes foram feitos

Para saber qual navegador ofereceu uma melhor experiência para os seus usuários, elencamos alguns pontos a serem analisados em cada um deles. Entre as características verificadas, encontram-se a instalação, a inicialização, o carregamento de páginas, o consumo de memória RAM, o desempenho em games online, a performance em benchmarkings e o gerenciamento de downloads.
Para ampliar ainda mais nossa análise, acrescentamos itens menos mensuráveis, mas com grande importância na sua interação e experiência – incluindo a presença de ferramentas de segurança, praticidade da interface e disponibilização de mecanismos de personalização.
Os testes realizados aconteceram em um computador com processador Intel Core 2 Quad Q8400 com 2,66 GHz, 4 GB de memória RAM, placa de vídeo NVIDIA GeForce 310 (com suporte para DirectX 11.0), 500 GB de disco de armazenamento e Windows 7 Professional Service Pack 1 de 32 bits. A conexão de banda larga com a internet utilizada foi de 100 MB, a qual é compartilhada entre todos os colaboradores da NZN.
Outras observações relevantes:
  • Seguimos o processo de instalação padrão oferecido por cada browser, sem alterar qualquer configuração;
  • No que concerne à tomada de tempo durante o carregamento de páginas, a cada teste feito, o histórico, os cookies e o cache eram excluídos – evitando que qualquer tipo de conteúdo armazenado pelos navegadores influenciasse nas análises seguintes;
  • Os valores registrados para os consumos de memória RAM referem-se aos picos alcançados em cada procedimento.

Instalação e desinstalação

Neste quesito, nós anotamos o tamanho dos instaladores, registramos se houve alguma dificuldade ou incômodo durante os processos e cronometramos o tempo de instalação e desinstalação – marcações que correspondem somente ao período automatizado de implementação e remoção dos softwares, sendo desconsiderado o tempo de navegação pelos assistentes apresentados.
No geral, nenhum dos softwares analisados apresentou um processo de instalação complicado. Contudo, o Safari e o Internet Explorer possuem procedimentos um pouco mais trabalhosos e demorados. O produto da Apple instala por padrão um segundo aplicativo, chamado Bonjour, que não tem influência em seu correto funcionamento – algo que nenhum outro concorrente ofereceu.
O IE foi o navegador com maior lentidão de instalação, pois baixa diversos pacotes durante a sua acomodação na plataforma – isso sem contar o fato de que você provavelmente terá que reiniciar o computador ao instalá-lo. O Google Chrome e o Firefox apresentaram assistentes de instalação simples, sendo o browser da Fundação Mozilla o mais rápido a ser implementado.
Como você pode perceber na tabela comparativa desta análise, o instalador do Chrome é bem menor que os demais. Isso acontece porque ele baixa boa parte do conteúdo necessário para o seu funcionamento após ter sido dado o comando de instalação – o que explica o seu tempo um pouco mais elevado do que o de outros navegadores.
Apesar de não ter sido o mais veloz, o Opera nos surpreendeu nessa análise com um processo extremamente prático, sem mesmo utilizar um assistente, bastando executar o instalador para que o navegador fosse instalado – disponibilizando mais tarde as opções de configuração.
Na contramão disso, as desinstalações dos browsers seguem basicamente os mesmos passos – apresentando variações de tempo bem menores. Devemos salientar que o Internet Explorer, por ser integrado ao sistema operacional, pode ser apenas forçado a retroceder para sua versão anterior, mas nunca desinstalado completamente do PC. Durante nossa análise, esse procedimento acabou nos dando muita dor de cabeça, exigindo uma restauração do Windows devido a falhas nos registros do sistema.

Inicialização

Para conhecermos o desempenho de inicialização dos competidores, foram marcados os tempos da primeira execução após a instalação, uma segunda ativação com a página inicial padrão e a demora na abertura da janela sem qualquer site sendo carregado.
Observação: na análise sobre a página inicial padrão de cada browser, nós não realizamos qualquer configuração manual. Após as instalações e suas primeiras execuções, fechamos os navegadores e os abrimos novamente.
Nessa seção de análise, a primeira execução foi a que causou maior discrepância entre os browsers. A diferença de tempo entre o Google Chrome (o mais rápido) com o Safari (pior tempo) chegou perto de 10 segundos. O que nós observamos é que apenas o aplicativo da gigante de Mountain View não carrega nenhuma página de apresentação nessa primeira inicialização – fato que com certeza coopera com a sua menor marca.
Em um segundo momento, quando os browsers foram executados pela segunda vez e com suas respectivas páginas iniciais padronizadas, as medições se equilibraram – mas ainda com uma leve superioridade do Chrome. Nesse procedimento, o Firefox assumiu a segunda colocação.
Na última análise, envolvendo a inicialização dos navegadores sem o carregamento de qualquer página, as variações de tempo são praticamente irrisórias, permanecendo em décimos de segundo. Assim, a diferença entre um e outro browser é quase imperceptível.

Carregamento de páginas

Em rotinas cada vez mais corridas, paciência para aguardar pelo carregamento de páginas não é uma virtude de todos os internautas. Nesse sentido, foram analisados os seguintes tempos de exibição:
Observação: a marcação do tempo de exibição das páginas iniciou após a execução do navegador e se estendeu até que o browser não apresentasse nenhuma indicação de carregamento em andamento (seja na barra de endereço, título da página, cursor do mouse ou outro elemento dos programas com tal finalidade).
Começamos analisando os navegadores durante a exibição de várias páginas simultaneamente. Nessa etapa, o Opera apresentou o menor tempo de carregamento e, para a surpresa de muitos, o Google Chrome ficou com a lanterna.
Em contrapartida, ao carregar uma página após clique em um link, o Opera foi o mais lento e o Internet Explorer acabou levando essa disputa. As próximas análises consistiram na apresentação de um site sem elementos em Flash e outro desenvolvido completamente com tal tecnologia.
Mozilla Firefox e Google Chrome dividiram as primeiras posições nesses quesitos, respectivamente. O Opera foi o navegador que mais deixou a desejar nessas etapas de avaliação, permanecendo em ambos os testes com a última posição.

Consumo de memória RAM

A exigência dos navegadores em relação aos recursos da máquina foi mensurada a partir do consumo de memória RAM (informada pelo Gerenciador de Tarefas do Windows) durante a sua primeira execução, com a página inicial padrão e após o carregamento dos seis sites mencionados anteriormente.
É válido ressaltar que os valores coletados correspondem aos picos de consumo após 45 segundos de execução, minimização e maximização da janela sequencialmente e transição rápida de abas.
Durante a primeira execução, o Chrome foi o browser que consumiu menos memória RAM da máquina – sendo seguido por Firefox e Opera. Porém, quando medido o consumo com a apresentação da página inicial padrão, o Safari mostrou o melhor desempenho e rebaixou o Chrome para a segunda colocação.
O navegador da Apple não parou por aí e apresentou o menor consumo de memória quando foram abertas as seis páginas. Chrome e Firefox disputaram o segundo lugar com muita proximidade, conforme você pode conferir na tabela referente a essa análise.

Desempenho em games online

Os games online ficam mais populares a cada dia – para perceber isso basta você acompanhar os novos títulos que são postados quase todos os dias no Baixaki. Para averiguar se os competidores eram capazes de proporcionar bons momentos de entretenimento, tentamos rodar o jogo Battlefield Heroes. Todavia, o jogo não era suportado pelo Opera e Safari.
Então, selecionamos dois clássicos do FPS, o Phosphor e o Quake Live, para verificar o tempo de carregamento e possíveis lags ou travamentos dos concorrentes.
Observações: as tomadas de tempo de cada título tiveram peculiaridades. No caso do Phosphor, foi incluída a execução do Adobe Shockwave Player. No segundo game, não consideramos o tempo de download e instalação do plugin específico para ele, apenas registramos o período da conexão com os servidores até o carregamento completo dos elementos do game (ponto no qual é exibida uma tela para que o jogador escolha o time com que deseja jogar).
Em uma perspectiva abrangente, todos os navegadores testados conseguiram rodar os títulos sem problemas. Enquanto testávamos os games nos browsers, em nenhum momento ocorreram lags perceptíveis ou travamento. Podemos afirmar que todos os competidores mantiveram as características gráficas originais dos jogos e apresentaram ótimas respostas aos comandos.
Em relação ao tempo de carregamento, o Chrome liderou a disputa com ampla vantagem no primeiro game – abrindo 1 minuto e 20 segundos do Opera, o último colocado. Todavia, a atuação do Adobe Shockwave Player, utilizado para a execução de milhares de jogos online, pareceu afetar drasticamente o consumo de memória do browser da Google.
Superando as expectativas, o Safari foi quem conseguiu executar tanto o Phosphor como o Quake Live com a menor exigência de recursos do PC.

Benchmarkings

Embora tenhamos feito diversos testes manuais para verificar o potencial dos browsers, nada melhor do que ferramentas de benchmarking para analisar o desempenho deles com maior fidedignidade. A lista de serviços usados foi a seguinte:
Observações: todos os benchmarkings foram executados com as janelas maximizadas e individualmente, para que suas respectivas atuações não interferissem no desempenho uns dos outros. O aplicativo FishTank foi configurado com 50 peixes e anotou-se o índice máximo de fps alcançado em um período de 30 segundos. Por sua vez, no programa Dromeo foi executada a opção “Run Recommended Tests”.
Comparando os melhores resultados entre todos os navegadores, o Google Chrome ficou mais bem posicionado em três benchmarkings e faturou a segunda colocação em mais dois – sendo o browser com o melhor desempenho, segundo esses softwares. Mantendo a mesma métrica de avaliação, o Opera foi o browser que obteve a segunda melhor performance (tendo dois primeiros lugares e três segundas colocações).
No outro extremo, o Internet Explorer ficou aquém das expectativas e segurou a lanterna com quatro dos piores resultados.
Observação: no teste do FishTank, presenciamos um empate técnico, já que Internet Explorer e Mozilla Firefox apresentaram o mesmo resultado (60 fps), inclusive na configuração que promoveu a primeira redução de frames (com 500 peixes circulando pela tela).

Gerenciamento de downloads

Seja com finalidades acadêmicas, profissionais ou apenas para o seu entretenimento, é certo que você baixará conteúdos por meio do navegador que tenha adotado. Portanto, um bom gerenciador de downloads é essencial na lista de recursos oferecidos pelo melhor browser.
Para analisar isso, escolhemos o editor de vídeos VideoSpin (arquivo com 162,4 MB) para ser baixado em todos os programas. Em seguida, anotamos o tempo total de download e verificamos as informações sobre os arquivos disponibilizadas pelos gerenciadores (sem a necessidade de pressionar qualquer botão ou comando).
Os dispositivos de gerenciamento de downloads de todos os browsers seguem um padrão informacional. A maioria dos navegadores analisados exibiu o nome e tamanho total do arquivo, o tempo restante para conclusão do download, a taxa de transferência e uma barra de progresso ou indicação do porcentual finalizado do processo.
Opera, Internet Explorer e Chrome ainda apresentaram a pasta de destino e o endereço de origem do conteúdo baixado. Contudo, o Firefox foi o software que levou o menor tempo para baixar o executável. Devemos deixar registrado que pode ter havido instabilidade em nossa rede durante as análises, porém nada que justifique uma diferença de 22 minutos entre o browser da Mozilla e o Opera, último colocado nessa seção.

Bônus

Até aqui, apresentamos recursos e ferramentas com métricas de mensuração mais “palpáveis” – nas quais pudemos obter tempos cronometrados ou números precisos sobre os seus respectivos desempenhos. Contudo, existem mais características em um navegador que promovem uma melhor experiência de navegação e interação com as suas funcionalidades.

Segurança

É sabido que navegar pela internet é uma atividade perigosa, pois estamos constantemente suscetíveis aos ataques de hackers e malwares. Devido a isso, os navegadores precisam contar com mecanismos que auxiliem na proteção das nossas informações.
Em relação a tal preocupação com segurança, analisamos as funções de navegação privada, gerenciamento de senhas salvas e bloqueio de popups – além de outras funções de defesa que um ou outro browser ofereça.
Nesse sentido, apesar de terem nomes diferentes, todos os navegadores disponibilizaram um modo de navegação privada, no qual você pode navegar pela internet sem que o browser deixe registrado seu histórico e ações. Além disso, todos eles operam em compatibilidade com certificados e protocolos de segurança convencionais da internet (SSL e TSL, por exemplo).
Abaixo seguem algumas características específicas de cada competidor:
  • Opera: na sua versão 10.60, foi incorporado um recurso de proteção contra a ação de malwares desenvolvido pela AVG. O aplicativo ainda disponibiliza um mecanismo de criptografia para as senhas salvas.
  • Google Chrome: esse navegador também conta com um dispositivo para criptografar os dados pessoais salvos nele.
  • Mozilla Firefox: oferece um gerenciador de permissões, pelo qual é possível definir se o navegador deve memorizar senhas, compartilhar localização, armazenar cookies, abrir popups e preservar conteúdo offline.
  • Internet Explorer: o aplicativo possui o filtro Smartscreen, que tem o objetivo de avisar o usuário quando um link for redirecioná-lo para um endereço de confiança duvidosa. Por sua vez, a Proteção Contra Rastreamento permite que você defina quais informações pessoais podem ser coletadas por sites de terceiros.
  • Safari: o novo painel “Privacidade“ desse programa (localizado no menu “Preferências”) mostra que tipo de dados os sites estão armazenando, dando a opção para que você os remova. É possível personalizar as configurações dos cookies e decidir se os sites têm permissão para solicitar informações sobre a sua localização.

Interface

Uma interface organizada e prática é fundamental para que você tenha uma interação mais agradável com os recursos do navegador. Tendo isso em mente, analisamos a ocupação de tela, a praticidade para encontrar suas ferramentas e o visual geral de cada browser.
Embora tenham suas peculiaridades, não podemos determinar qual navegador é mais bonito, pois cada pessoa possui preferências diferentes. Contudo, nós podemos avaliar a estrutura básica de cada browser.
Com esse viés, basta abrir os navegadores para perceber que todos seguem um mesmo padrão de aparência minimalista – tendo poucos botões, apresentando apenas duas linhas de barras de ferramentas e centralizando os menus em apenas um botão. Dessa forma, a ocupação de tela dos browsers é muito semelhante.
Entre as especificidades encontradas, está o botão único do Opera com todas as suas funcionalidades, o qual foi adotado também pelo Firefox. Outro recurso disseminado por esse navegador foi a tela com várias miniaturas das páginas mais visitadas (chamada Speed Dial) – mecanismo atualmente assimilado por todos os outros browsers.
Contudo, o Safari tem um dispositivo desse gênero, o Top Sites, com um visual mais moderno – graças aos aspectos 3D empregados. Até o momento, o Firefox foi o único entre os concorrentes que não adotou nativamente a transição suave de abas – efeito de sobreposição entre as abas quando você arrasta uma sobre as outras.
Em contrapartida, o produto da fundação Mozilla possui um recurso para a criação de grupos de abas em um ambiente repletos de efeitos visuais. O Opera conta com algo parecido, mas o agrupamento das abas é feito diretamente na barra de ferramentas. Por sua vez, o Chrome inovou em sua interface ao adotar uma página inicial direta para os aplicativos instalados nele.
No que concerne à praticidade para encontrar as funções desejadas, não podemos reclamar do que encontramos nos competidores. Todos eles mantêm um nível muito parecido de organização. Obviamente, em um primeiro contato com um novo navegador, você pode encontrar dificuldades para ativar determinados recursos por estarem alocados em locais diferentes daqueles com que está costumado.
Todavia, isso é apenas uma questão de adaptação. Em suma, todos os concorrentes proporcionaram uma interação intuitiva e agradável.

Funcionalidades e personalização

A maioria dos usuários adora personalizar o computador alterando tonalidades das janelas e plano de fundo da Área de trabalho, modificando efeitos sonoros, configurando protetores de tela, entre muitas outras opções.
Essa expectativa também é passada para os navegadores. Portanto, também analisamos a disponibilização de temas e centrais de extensões que ofereçam aplicativos capazes de adaptar os browsers de acordo com a suas necessidades.
Logo de cara, verificamos a existência de recursos para a sincronização de dados – uma característica muito importante para quem usa mais de um PC durante o dia a dia. O Safari e o IE foram os navegadores que não apresentaram uma ferramenta nativa para a transposição de preferências e dados pessoais – como favoritos e senhas.
Os competidores com recursos mais completos para isso são o Google Chrome (por meio da seção “Coisas pessoais”) e o Opera (via menu “Opera Link”), os quais permitem a sincronização de informações de acesso, aplicativos, temas, entre outras configurações.
Em se tratando de personalização, o Safari é o único que não tem suporte para temas. Nos demais browsers, você pode instalar aplicativos que alteram completamente a interface dos navegadores. Entre os softwares analisados, o Firefox nos chamou atenção com o “Personas”, um tipo de galeria que possui uma variedade enorme de skins e que permite uma pré-visualização do resultado final.
Entre os competidores, Chrome e Firefox são aqueles que possuem as centrais de extensões mais completas – você encontra todo tipo de complemento para adaptá-los conforme a sua necessidade.
Para quem gosta de se manter bem informado, o Safari é o browser que oferece o leitor de feeds RSS mais agradável. Essa ferramenta é totalmente integrada ao navegador, permitindo a assinatura de páginas de maneira muito intuitiva. Além disso, o produto da empresa da Maçã possui um mecanismo que elimina elementos das páginas visitadas que distraiam a sua leitura.
Referente à integração com o sistema operacional, como não poderia deixar de ser, o Internet Explorer oferece algumas funções diferenciadas, como a opção de adicionar links de páginas diretamente na Barra de tarefas do Windows 7. Porém, no quesito pesquisa na internet, o Chrome é o competidor que possui a melhor interação com o Google. Exemplo disso é a Omnibox.

Conclusão

Após as exaustivas análises, de acordo com os resultados que alcançamos, pudemos chegar à conclusão de que atualmente a versão estável do Google Chrome é a que oferece o melhor desempenho geral. Para chegar a tal veredito, nós consideramos cada etapa de análise individualmente, elegendo o navegador vencedor aquele que apresentou os melhores resultados comparados.
Quando ocorrido um mesmo número de primeiro lugares, o desempate foi considerado a partir da quantidade de segundas colocações. Persistindo o empate, o critério passou para as terceiras posições, e assim por diante. Assim, obtivemos os seguintes vencedores por seção de testes e análise geral:
No quesito “Instalação e desinstalação”, os competidores apresentaram procedimentos geralmente descomplicados – com ressalvas para alguns incômodos proporcionados pelo Safari e principalmente Internet Explorer. Nesse segmento, o Google Chrome levou a melhor em dois dos três testes.
Quando falamos de inicialização, a superioridade do Google Chrome é irrefutável. Em nossas análises, o browser da gigante de Mountain View foi melhor em todas as etapas. Em relação ao carregamento de páginas da internet, o Internet Explorer levou um primeiro, um segundo e um terceiro lugar – contra uma primeira, uma segunda e uma quarta colocação do Chrome.
Na quarta característica analisada, tivemos a primeira surpresa. O Safari apresentou o menor consumo de memória RAM em duas das três fases de avaliação. Entre os dois browsers que mais crescem, Chrome e Firefox, a disputa foi bem equilibrada.
Durante a execução de jogos, o navegador da Apple novamente mostrou que seu consumo de memória RAM é baixo, sendo o programa com menor exigência em ambos os games testados e aquele que ganhou o título dessa seção. Percebemos também que o plugin do Adobe Shockwave Player afeta bastante o consumo de memória do Chrome, Opera e IE.
Talvez naquela que seja a análise mais valiosa, o browser da Google mostrou todo o seu potencial e teve a melhor avaliação em três dos sete benchmarkings (desconsideramos o teste do Acid3 por todos os navegadores terem atingindo a nota máxima).
Nesse cenário, o Opera ganhou dois primeiros lugares e três segundos – ficando assim na “cola” do Chrome. Por outro lado, o Internet Explorer decepcionou ao apresentar quatro piores resultados apontados pelos sites de teste.
Basicamente, os navegadores possuem os mesmos mecanismos de segurança (navegação privada e criptografia de senhas). Por todos os navegadores terem apresentado um ou outro recurso diferenciado, estamos dando um crédito para os competidores e considerando um ponto para todos no ranking final. Na seção “Personalização”, mantivemos esse mesmo viés – apenas o Safari ficou sem a marcação, pois não possui suporte para a instalação de temas.
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Foram dias de testes para concluirmos este artigo. De forma alguma estamos dizendo para que você use um determinado navegador: nenhum dos competidores foi superior em todos os aspectos avaliados, portanto, as necessidades dos internautas podem ser satisfeitas por programas diferentes.
Nossa intenção é informá-lo sobre o desempenho específico de cada navegador, para que você chegue às suas próprias conclusões e escolha aquele aplicativo que atende as suas expectativas. Garantimos que todos os testes aplicados foram feitos da maneira mais imparcial possível.


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terça-feira, 8 de novembro de 2011

DICAS DE INFORMÁTICA - SAIBA COMO PRESERVAR A SUA IDENTIDADE NA INTERNET


Mouse ao alto! Isso é um assalto!

Os crimes virtuais estão a cada dia mais presentes em nossa vida real. Saiba como preservar sua identidade na selva da internet.



Empresas como Microsoft, Google e Yahoo! declaram abertamente em suas políticas de privacidade que praticamente tudo o que você faz na internet, desde os sites que visita, as compras que realiza e mensagens que envia e recebe geram dados que são armazenados em seus bancos de informações. Obviamente empresas como as citadas, usam seus dados em benefício próprio, pois como elas são muito visadas, não podem se dar ao luxo de vender suas informações. 

Contudo, sites sem muita expressão, por exemplo, podem estar coletando seu perfil de navegador e vendendo estas informações a preço de ouro e você, consequentemente, pode estar correndo riscos. A captura de dados é um tópico corrente em vários termos de privacidade, desta forma antes de usar algum serviço, leia-os com muita atenção, pois a partir do momento que você aceita tais termos, não há mais nada a ser feito.  

A crise e o desemprego
Como a crise mundial abalou vários setores do mercado, muitos impostores estão usando o desespero de quem perdeu o emprego, para aplicar-lhes mais um duro golpe. É fato que os currículos são um



prato cheio para os ladrões de identidade, pois em apenas uma página é possível saber praticamente tudo o que há de mais importante sobre você.  

Um teste realizado na Europa pela organização iProfile,mostrou que mais de cem pessoas foram atraídas por anúncios falsos de emprego e forneceram, sem se preocupar, dados como: nome completo, data de nascimento, CPF, RG, número de filhos, endereço completo e muito mais.  

De acordo com a organização, se um ladrão tiver apenas três dados importantes sobre você como o nome completo, CPF e endereço, o estrago pode ser enorme. Sendo assim, tome muito cuidado na hora de entrar em sites de RH e digitar seus dados, pois eles podem ser usados contra você e sua imagem. 

Roubo de mídias removíveis e gadgets
Outra forma comum de roubo de identidade e informações pessoais é através do roubo de arquivos contidos em pendrives ou celulares. Nos pendrives o roubo pode acontecer quando o dispositivo é perdido, furtado ou conectado em um computador que possua um programa que capte seus arquivos. 

Em celulares é comum a captura de dados bancários ou senhas, já que estes aparelhos, atualmente, permitem o acesso a bancos online, contas de emails ou sistemas empresariais. Desta forma, para se prevenir lembre-se que a Segurança é a última que morre!


A busca pela realidade dentro da internet está a cada dia mais visível através da imensa popularidade que os serviços de trocas de mensagens instantâneas, redes sociais, compras online e diversas outras formas de interação adquiriram dentro da rede mundial de computadores. Mesmo com tantas facilidades virtuais que agregamos à nossa vida real para diminuir nossos problemas, outras ações que encontrávamos apenas no mundo real estão migrando para a internet: os crimes virtuais.

Também conhecido como Cybercrime, os crimes virtuais se tornaram uma das piores ameaças para os usuários da internet, afinal a sensação de impunidade e a frequente garantia de anonimato fomentam a proliferação absurda dos crimes na grande rede. Além do roubo de senhas,phishing, cavalos de tróia, vírus, plágio e outras formas de Cybercrime, outra modalidade de fraude está assolando a internet: o roubo de identidade.  

O que é o roubo de identidade?
Basicamente, um crime de identidade é quando uma pessoa assume a identidade de outra para obter vantagens, evitar punições ou qualquer outra intenção que tire proveito desta atitude. Um caso simples de uso indevido de identidade é quando você quebra o vaso preferido da sua mãe, entretanto coloca a culpa no seu irmão caçula. É claro que este é um exemplo com proporções bem pequenas, haja vista que um roubo de identidade não é tão simples assim.



Como acontece?

ROUBO FÍSICO
O roubo de identidade pode acontecer de diversas maneiras. De acordo com o relatório de Criminologia Virtual da McAfee há duas formas básicas de roubo: a física e virtual. A tradicional, ou seja, a que estamos mais acostumados, é o roubo de documentos, dados pessoais, informações, captura ou extorsão de senhas, ou seja, roubo físico, ou que a pessoa perde algo palpável.

Como exemplo de roubo físico temos o roubo de computadores, assim como no famoso caso da Petrobrás, onde notebooks com informações sigilosas foram roubados e que acarretaram enormes prejuízos à empresa. Outro exemplo é o Voice Phishing, quando uma pessoa se passa por funcionário de uma empresa e coleta seus dados através do telefone. 


ROUBO VIRTUAL
Atualmente outra modalidade do roubo de identidade está se popularizando: o roubo virtual praticado pela internet, câmeras de vídeo, telefone ou outros meios. Estes meios não possibilitam que o ladrão e vítima ocupem o mesmo espaço, desta forma coibir estes eventos é mais difícil, já que em vários casos, a vítima nem sabe que foi roubada.


Como provar quem você é?

No mundo real temos várias maneiras de comprovar nossa identidade. Como exemplos temos, documentos legais, assinaturas ou impressões digitais. Entretanto, no mundo virtual, provar sua identidade é mais difícil, por outro lado usá-la de modo fraudulento é mais fácil, pois nossa identificação se resume a senhas, logins ou respostas secretas a perguntas.



Desta forma, é visível a facilidade de roubo e uso de dados de terceiros como sendo seus, ainda mais que há inúmeras possibilidades de furtar ou adquirir informações a seu respeito. Há vários exemplos de roubos de dados pela internet como o famoso caso de pedido de recadastramento de CPF, onde a vítima recebe um email solicitando a regularização do CPF através de um site falso, ou também a declaração de imposto de renda solicitada por emails fraudulentos. 

Onde você pode ser roubado
Há várias maneiras de ter sua identidade roubada. Fraudes como phishing, cavalos de tróia, keyloggers e malwares em geral são as mais comuns e corriqueiras da internet. Mas como há infinitas maneiras de ser roubado no mundo virtual, vamos mostrar que há casos em que o lobo se veste de cordeiro você nem se dá conta.

Termos de privacidade
Você pode estar se perguntado: “O que um ladrão de identidade ganha com meus dados?”. Em primeiro lugar, você precisa saber que a internet encurtou distâncias entre você, as empresas e a publicidade. Desta forma, corporações são acusadas de pagar fortunas por dados de futuros clientes, para que através deles, atinja suas preferências e conheça melhor os seus interesses de compra. É sabido que navegadores e grandes sites coletam suas informações enquanto você navega e as armazena em grandes bancos de dados.



Redes sociais

Redes sociais como Orkut, Second Life, MySpace, Twitter e Facebook, por exemplo, são alvos em potencial de ladrões, visto que nestes lugares o nível de exposição de imagem, dados pessoais e preferências são alarmantes. Desta forma, antes de fornecer informações pessoais, certifique-se, em primeiro lugar, se há a necessidade de fornecer tais dados e, em segundo lugar preste atenção se aquelas informações fornecidas podem lhe trazer algum prejuízo. 

Na imagem abaixo é possível observar que várias pessoas usam identidade de pessoas famosas como se fossem suas. Sendo assim, imagine se alguém rouba sua foto, nome, preferências e usa seu nome para praticar crimes?


Como se proteger

Assim como há várias formas de ser roubado, há infinitas formas de se proteger contra o roubo da sua identidade. Usar um bom antivírus, realizar as atualizações de segurança do seu sistema operacional, tomar cuidado com anúncios de produtos com preço muito abaixo do mercado e emails que contenham links que direcionem para outros endereços ou realizem downloads, são ações básicas que garantem a sua segurança na vida real e também na virtual.



FONTE: http://www.tecmundo.com.br

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

DICAS DE INFORMÁTICA -7 MITOS DA INFORMÁTICA DESMITIFICADOS

7 MITOS DA INFORMÁTICA DESMITIFICADOS
Algumas lendas, além de fama, levam os usuários a tomar algumas atitudes precipitadas. Descubra aqui o que vale ou não vale no dia a dia com o computador.




Ultimamente, a internet aparece como o tira-dúvidas oficial de milhões de pessoas. Por ser tão cômodo pesquisar na rede, já virou costume dos usuários exigirem que um buscador seja capaz de desvendar todas as verdades do mundo em poucos cliques.


Até aí, tudo bem. O problema é que, como não há nenhuma forma de regulamentação, a web também se torna um terreno bastante fértil para a criação e disseminação de diversos mitos — e a situação ainda piora quando falamos sobre informática.



Como saber, então, em quem confiar? Para ajudar os leitores, a equipe do Tecmundo reuniu algumas dúvidas frequentes que circulam por dentro e por fora da rede. Pode ou não pode? Liga ou desliga? Melhor ou pior? Descubra abaixo.


1. Programas maiores e mais famosos = melhores


Certos softwares viram referência em seus campos de atuação e passam a ser cultuados incansavelmente por público e crítica — é o caso do Photoshop como editor de imagens e do Word como processador de texto. Realmente, a maioria dos nomes que chegam lá têm cacife e mérito para ocupar tal lugar privilegiado.
Contudo, dependendo do nível e dos objetivos do usuário, ir atrás ou até pagar por um software que tem fama pode acabar sendo um tiro no escuro. Digamos que um funcionário precisa tratar fotos de eventos para enviar à galeria de um site: ele precisa necessariamente do Photoshop para realizar a tarefa?

Mesmo com toda a sua confiabilidade e seu extensivo arsenal de ferramentas, o programa da Adobe pode ter alguns descréditos. Dependendo da estrutura do computador em que se trabalha, ele pode ficar lento e pesado por exigir muito do sistema. Da mesma maneira, quem vai operar a edição tem que aprender a retocar fotos em uma interface que compreende mil e uma utilidades, menus e conceitos.

Assim sendo, se a proposta for básica, há alternativas que podem combinar melhor com o bolso e as intenções de uma empresa. Títulos pagos (como Photo-Brush Oloneo) e gratuitos (como PhotoScape GIMP) podem garantir resultados surpreendentes se a pretensão não é manipular e montar imagens, mas sim conseguir incrementar e reavivar suas cores, luzes e sombras.

Aqui, também prevalece aquela velha máxima: às vezes, um programa específico pode se sair melhor do que outro que faz tudo ao mesmo tempo (o que não é o caso do Photoshop). Portanto, o tempo usado para pesquisar e experimentar alternativas pode valer a pena.

2. Para ter um programa bom, só pagando


Se você é usuário veterano do Baixaki, já sabe de longe que essa afirmação é lenda. O número de softwares gratuitos capazes de atingir um desempenho tão bom quanto — ou até melhor do que — os medalhões do mercado da informática é gigantesco.

O mesmo vale para os games: quem nunca se divertiu por horas em um joguinho gratuito que atire a primeira tecla. Há saídas sem custo para todo o pacote Office, para converter arquivos multimídia,  para gerenciar projetos e também para qualquer gênero de jogo.

Quem não simpatiza com as alternativas gratuitas muitas vezes não reclama do substituto em si, mas sim de problemas de adaptação — são usuários que esperam um programa idêntico a um pago de sucesso. Logicamente, alguns comandos mudam e há certos limites.


A ressalva fica por conta de programas muito específicos e extremamente técnicos, como processadores e modeladores gráficos, softwares avançados de animação, plugins e estações de áudio, além de interfaces desenvolvidas para nichos de mercado.

Outra ocorrência comum: muita gente passa bastante tempo procurando algum software gratuito que dê conta das necessidades de sua empresa ou negócio particular. No final das contas, por não achar, acaba contratando alguém para desenvolver a plataforma, sem se dar conta de que pagar por algum software que já tenha sido testado poderia ter saído bem mais barato.

3. É preciso sempre atualizar os programas


Mensagens convidando o usuário a fazer atualizações do sistema operacional, de algum programa, do navegador e de componentes fazem parte do nosso dia a dia. E assim nasce a eterna dúvida: precisamos ou não precisamos estar sempre com as últimas versões tinindo no PC?

A resposta, na maioria dos casos, é não. Por exemplo: certos fabricantes corrigem pequenos bugs que, às vezes, afetam uma parcela mínima de usuários e já decidem atualizar o produto da versão 4.0.1.1 para 4.0.1.2. Se você possuir o programa instalado, de alguma forma vai ser avisado que há uma nova versão disponível
Entretanto, nem sempre mudanças significativas são agregadas. Então por que ficar baixando semanalmente (ou até diariamente) atualizações?  A solução, para quem não gosta desse incômodo, pode ser desativar os avisos sobre correções recentes.
É claro que, quando você está há mais de dois anos sem atualizar um software ou vem enfrentando problemas de usabilidade, a atitude mais recomendada a ser tomada é baixar a última versão.
Quando falamos em antivírus, a conversa muda de tom: no caso deles, é estritamente necessário manter a última versão em dia. Pelo fato de ameaças recém-criadas serem lançadas diariamente na rede, o banco de dados de um software de proteção precisa correr atrás do prejuízo – por isso, muitas vezes, as atualizações são feitas de maneira automática.

4. Quanto mais programas instalados, pior é o desempenho da máquina


Dezenas de fatores influenciam na velocidade de um computador — isto é, não há uma fórmula fixa que determina a performance com exatidão. No entanto, o conjunto de hardware e a manutenção periódica do sistema operacional são os principais ingredientes para se conseguir um PC rápido e potente.

Cada programa instalado altera instruções no registro do sistema e alguns deles incluem entradas para terem o início automático junto com o Windows (ou mesmo junto a algum aplicativo ou à conexão com a internet). Fora isso, softwares e jogos também ocupam espaço no HD.

Essas condições podem, de fato, comprometer o desempenho das tarefas. Porém, apenas em situações extremas. Quando o HD está abarrotado de conteúdo (mais de 80% ocupado), o espaço destinado à memória virtual será menor, afetando a velocidade de processamento da memória RAM.
Outra condição é quando vários programas são carregados junto com o início do sistema operacional e permanecem ativos. Isso acarreta em demora tanto na entrada quanto no uso do Windows. Contudo, cuidados de manutenção através do CCleaner (limpador de registro) e CleanMem(monitorador de uso da memória RAM) podem acabar com isso.
Por fim, não há problemas em se ter diversos programas instalados — desde que se use o bom senso. Se o HD estiver com espaço livre, o Windows se iniciar apenas com o necessário e o usuário zelar pela limpeza do registro, não tem erro. 

5. Formatar é a solução certa para salvar um sistema lento


Alguns técnicos de informática consideram a formatação como um procedimento padrão, acreditando que o processo é um verdadeiro elixir capaz de resolver todos os problemas. Em linhas gerais, apagar tudo e começar do zero é efetivo — mas não a única saída.

Existem vários outras formas de otimizar o desempenho sem ter que recorrer à medida “radical”. Assim como ocorre na relação com número de programas instalados, atentar para o que inicia com o Windows, limpar o registro e manter certo alívio para o disco rígido ajudam no desempenho.

Outra atitude que deve ser levada em conta é um rastreamento completo feito a partir de um antivírus de qualidade (e com versão recente), além da desfragmentação de disco — ela é responsável por “colocar ordem na casa”, realocando os arquivos e pastas para garantir um trabalho de processamento mais rápido.

Às vezes, o comodismo leva à aplicação do mesmo remédio em máquinas com diagnósticos diferentes. Mas, no final das contas, pense: quanto tempo é gasto para se formatar um PC, reinstalar o Windows e todos os programas necessários para o usuário? Da próxima vez, pense duas vezes e compare.

6. O PC não pode ficar ligado por muito tempo


Assim como fazemos com outros equipamentos eletrônicos, normalmente desligamos o computador quando ele não está em uso. Pensamento evidente, visto que poupamos os componentes de hardware e ainda economizamos luz.

Mas e quando estamos realizando downloads muito extensos e a conexão não colabora? Tem problema deixar o computador ligado para baixar os arquivos? No final das contas, não — dificilmente seu PC vai derreter se ficar três ou quatro dias ligado.


Embora se comente que a vida útil das peças diminua, isto é uma constatação óbvia, já que enquanto uma máquina estiver ligada ela estará exigindo das peças. Nada é comprovado em relação a que o tempo de atividade contínua desgasta o computador mais rápido. Em meio a tudo isso, uma indicação válida e procedente é a de desligar o monitor.

Entretanto, aí vai um alerta: quanto mais tempo o computador fica ligado e processando operações, mais informações são armazenadas na memória RAM (mesmo que você feche todos os programas, ainda ficam resquícios). Reinicializar o sistema de vez em quando apaga os registros temporários da RAM e evita o “efeito carroça”.

7. Protetores de tela preservam os monitores


O nome “protetor” confunde muita gente, que pensa nos screensavers como prolongadores da vida útil do monitor e assegurados do bom funcionamento. No início, nos modelos de tubos CRT, os protetores de tela realmente evitavam que as telas perdessem a luminosidade.
Porém, com as tecnologias atuais (LCD, LED etc.), as únicas funções de um screensaver são a de enfeitar a tela e proteger a entrada de estranhos através de senha — em nenhum momento há economia de luz ou “proteção”.


Como dito no tópico acima, a melhor maneira de preservar a sua tela é desligando o monitor — outra saída consiste em programar o sistema para hibernar (modo standby) automaticamente depois de certo tempo sem uso.
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Lembramos que não encorajamos ninguém a parar de fazer updates, a nunca mais formatar (nem desligar) a máquina, a se esquecer dos protetores de tela e a substituir programas renomados por outros menores.
O objetivo deste artigo é o de esclarecer e discutir sobre considerações que, de tanto serem repetidas, acabam ganhando espaço sem o fundamento merecido. E você, sabe de outros mitos que se espalharam por aí? Não deixe de contar a verdade nos comentários abaixo.

Fonte:http://www.tecmundo.com.br